Minerais no Prato!!
Esses micronutrientes têm função importantíssima no organismo: são capazes de reduzir o risco de câncer, diabetes, complicações cardiovasculares e ainda melhoram o humor
Apesar disso, são comuns as deficiências de grande parte desses minerais na dieta dos brasileiros, tanto pela falta de acesso aos alimentos que são suas principais fontes, como por erros no momento de escolher o que colocar no prato. "A carência que observamos hoje tem muito a ver com o estilo de vida moderno. Há uma substituição dos alimentos mais ricos em minerais, vitaminas e fibras por outros que são pobres nesses nutrientes e ricos em calorias, como os carboidratos simples (açúcares como sacarose, frutose e glicose) e os alimentos que contêm grande quantidade de gordura saturada", explica a nutricionista Silvia Franciscato Cozzolino, professora de Nutrição Humana da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP).
Para passar bem longe do problema, portanto, o segredo é investir em uma alimentação saudável e balanceada. "Uma boa estratégia é montar pratos bem coloridos a cada refeição, o que garante a combinação de diversos minerais e vitaminas diferentes", diz a nutricionista Daniela Jobst, de São Paulo.
Na maioria dos casos, basta corrigir a dieta para usufruir de todos os benefícios. A suplementação é indicada em situações específicas, em que a deficiência for detectada por meio de exames clínicos e, ainda assim, deve ser feita sob acompanhamento médico. Tudo isso porque, em excesso, os minerais podem ser tóxicos. "Só recomendamos a suplementação quando a deficiência é muito grande e apenas a alimentação não será capaz de supri-la", explica a nutricionista Amanda Epifânio, do Centro Integrado de Terapia Nutricional (Citen).
Saiba mais sobre as funções específicas de cada um destes nutrientes e monte um cardápio capaz de garantir a ingestão diária deles.
ZINCO
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O que sua falta provoca: distúrbios do sistema imune, aumentando o risco de contrair doenças oportunistas, como a herpes. Atraso no crescimento - no caso das crianças -, depressão, diarreia, anorexia, perda de cabelo, fadiga e problemas de pele.
Problemas no excesso: diminui a resistência a doenças, provoca oscilações no peso e problemas gástricos.
Recomendação diária: 8 miligramas (mg) para mulheres e 11 mg para homens
Boas fontes: Carne vermelha assada (em 1 bife pequeno há 8,5 mg); ostras cozidas (15 g contêm 6 mg); grãos de soja cozidos (em 86 g ou uma concha pequena, 4,1 mg); amendoim (em 72 g ou 1 pires de café, 3,5 mg); amêndoa (em 39 g ou 13 unidades, 1,95 mg)
http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/77/artigo150208-1.asp
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